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NOTÍCIAS


Senhores (as) gestores (as),

A Câmara Municipal de Maracanaú aprovou nesta segunda-feira, 26, dois importantes projetos de lei de autoria do Prefeito Roberto Pessoa.
O primeiro, conforme orienta a Lei Nº 11.738/2008 estabelece:

  • Redução da forma de trabalho do professor de 120 horas para 100 horas, sem prejuízo na remuneração;
  • Este projeto implanta em 2012, 1/5 (um quinto) da carga horária para atividades extraclasse;
  • Em 2013, este tempo será de 1/3 (um terço) da jornada de trabalho do professor.

O segundo estabelece a política municipal de educação integral que será implementada gradativamente em nossas escolas.

Solicito divulgação urgente para todos os professores dessa escola.

Att.,
Marcelo Farias
Secretário de Educação de Maracanaú

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Netbook ou tablet? Leia antes de comprar

Os produtos têm funções diferentes, mas disputam, em tese, o mesmo público consumidor
A evolução da tecnologia que faz a indústria da informática produzir computadores pessoais cada vez mais compactos e até criar novos produtos, para necessidades inimagináveis até um dia desses, tem causado dois sentimentos: o de perplexidade, com as máquinas potentes ou portáteis, e o de dúvida. Vem cá, eu preciso mesmo disso? Qual produto se adequa melhor à minha necessidade?

Baseado na visão de quem entende do assunto, e de quem está no contato direto com o consumidor, o Tecnoguia mostra dois aparelhos dos mais modernos, que despertam desejo dos consumidores, mas que possuem funcionalidades diferentes: o tablet e o netbook.

Eu mesmo, no uso do meu tablet (já fiz minha escolha), fui questionado por diversas pessoas a respeito do funcionamento e das vantagens de tê-lo. E as perguntas se repetem: "Estou pensando em comprar um, será que compensa? O que ele tem de diferente de um computador comum?".

A minha resposta tem sido sempre positiva. Mas como isso depende da necessidade de cada usuário, nada melhor do que uma explicação mais aprofundada e completa de quem é ´faixa preta´ no assunto. Para compartilhar não só com quem me aborda no cotidiano, mas com os leitores que podem estar também nesta dúvida cruel.

O consultor de informática e professor universitário Marcos Monteiro aponta que o primeiro passo para se dar bem na escolha do equipamento é saber as capacidades e limitações de cada um e imaginar as funções nas suas atividades.

"São produtos que têm várias diferenças. O tablet nós comparamos com um smartphone. Só que com a vantagem de ter uma tela maior e algumas funcionalidades a mais. Já o netbook é comparável a um notebook, principalmente por ter a ergonomia (o formato) semelhante", aponta o especialista.

O netbook, complementa, é mais indicado para usuários que não abrem mão de um aparelho portátil, mas que precisam trabalhar nele. Fazer tarefas como redação e edição de textos e planilhas ficam, sem dúvida, mais confortáveis, em um equipamento como este.

Informação
O tablet, entretanto, dá o suporte ideal para consultas e acesso à informação. É ideal para tarefas executivas como a visualização e exibição de tabelas e planilhas, acesso rápido à internet, consulta a e-mails e uso das redes sociais.

Marcos faz uma comparação bem simples para mostrar a diferença entre um e outro. "Se o que você precisa é trabalhar sentado, digitando, o netbook é o mais indicado. Mas se você quer mesmo andar por aí, se locomover acessando as informações e interagindo na internet, por exemplo, o tablet é a ferramenta ideal", complementa. A navegação na web enquanto se está deitado no sofá ou na cama, fica mais agradável neles.

"No smartphone, você tem essas características do tablet, mas a digitação, por exemplo, é um terror porque as teclas são pequenas demais. Então, o tablet representa um avanço neste sentido, pois já permite uma digitação mais eficiente, além de ter uma tela maior, que facilita a visualização e a navegação na internet".

Pendrives
Marcos aponta uma diferença entre os dois produtos que para muitos usuários pode fazer a diferença: as portas USB e entradas para cartões de memória. Por enquanto, a maioria dos tablets é limitada nestas funções que estão consolidadas nos netbooks.

"Para quem já tem um notebook, eu aconselho comprar um tablet, para usar nas tarefas de acesso à internet, consulta de dados. Mas se você precisa de um computador portátil para trabalhar digitando, sem dúvida, o netbook é melhor".

VENDASTablets levam vantagem, mas ´nets´ tem seu público
Um parâmetro a mais para quem está na dúvida sobre comprar um netbook ou um tablet é o volume de vendas. O que a turma está comprando mais? É inegável que o tablet (a sensação do mercado de informática no momento) está melhor posicionado nas vendas, porém o netbook mantém sua parcela de mercado, até por ser mais em conta na comparação com a maioria dos concorrentes.

O gerente comercial da rede de lojas IByte, Marcos Freitas, informa que as vendas de tablets estão em ascensão, principalmente o iPad 2, da Apple, e o Galaxy Tab, da Sansung, que rivalizam. "Nós já vimos muitas notícias de que os tablets iriam acabar com a venda de netbooks, mas isso não tem acontecido. O tablet é um produto diferente, com outras funções", pondera.

Segundo ele, o consumidor, de fato, ainda tem muitas dúvidas com relação aos dois produtos. "Por isso, nós reservamos espaços em nossas lojas para os produtos e mostrar as diferenças", diz. "A questão é que muita gente ainda não abre mão do teclado físico", complementa.

Paulo Costa, diretor comercial da Cecomil, diz que a loja tem vendido mais tablets. "Com certeza (os tablets) são mais procurados e mais vendidos", informa. Mas aponta uma diferença básica: "o netbook é mais para quem é produtor de conteúdo. O tablet é para o receptor".

Produção
A empresa de pesquisa ABI Researt aponta que a produção de tablets no mundo já ultrapassou a de netbooks. Foram fabricadas 13,6 milhões de unidades das telas sensíveis ao toque e 7,3 milhões de netbooks.


Educação básica
Enciclopédia Britânica oferece conteúdo ao ensino fundamental
Segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011 - 17:01
Estudantes do ensino fundamental, matriculados em escolas públicas de todo o país, podem acessar o conteúdo da Britannica Escola Online, ferramenta desenvolvida pela Enciclopédia Britannica, empresa que criou a mais antiga enciclopédia ainda publicada. A ferramenta, que reúne verbetes da enciclopédia, dicionário e atividades de ensino, está disponível no Portal de Periódicos, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O conteúdo pode ser acessado em computadores localizados nas dependências das escolas públicas. Mais de 27 milhões de alunos poderão utilizar os recursos do portal, conforme dados do Censo Escolar 2010, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Ao acessar a interface da Britannica Escola Online, alunos e professores poderão utilizar durante o processo de aprendizado ferramentas de ensino e recursos multimídia disponíveis no Portal, como artigos de enciclopédia, imagens e vídeos, um atlas do mundo que incorpora a tecnologia do Google Maps, biografias, notícias diárias voltadas para as crianças, recursos interativos de geografia, jogos interativos, entre outros.

Os professores podem criar planos de aula de forma eficiente e eficaz pela utilização da busca por assunto. Também terão acesso aos recursos do Portal do Professor. “Já os alunos deverão ser capazes de pesquisar de forma mais eficaz e aprimorar as habilidades adquiridas em sala de aula”, explica Adriana Rodrigues, gerente de desenvolvimento de negócios da Encyclopædia Britannica para o Brasil, Argentina, Uruguai e Colômbia.

Educação básica – Com a assinatura da Britannica Escola Online e a oferta do conteúdo a alunos da rede pública, o Portal de Periódicos passa a atuar também no processo de formação e qualificação de professores da educação básica. Essa missão foi assumida pela Capes em 2008. A fundação, que sempre atuou no fomento e avaliação da pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado), passou a atuar também no desenvolvimento de programas e ações voltados à educação presencial e a distância de professores do ensino fundamental e médio. (Assessoria de Comunicação da Capes)

Acesse a Britannica Escola Online

Acesse o Portal de Periódicos



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Ativista da internet quer comprar um satélite artificial

Da New Scientist - 31/01/2011
Ativista da internet quer comprar um satélite artificial
Este é o satélite, visto aqui antes do lançamento, que os ativistas desejam comprar.

Kosta Grammatis parece estar levando mesmo a sério sua defesa de uma internet para todos.
Certo de que o acesso à rede mundial é um "direito humano básico", o ativista quer nada menos do que comprar um satélite artificial, para levar conteúdo para quem precisar, e de graça.

A revista New Scientist fez uma entrevista com Grammatis.

Você quer comprar um satélite de comunicações que está em órbita ao redor da Terra. Por quê?

Para levar o acesso à internet para milhões de pessoas que não podem, atualmente, se conectar.

Como comprar um satélite pode ajudar quando bilhões de pessoas que não têm telefones ou computadores para acessar a internet?

O custo da computação continua a diminuir substancialmente. Na Índia, por exemplo, eles estão lançando o laptop de US$ 12.
Algumas pessoas nos países em desenvolvimento gastam metade do seu rendimento em telefones celulares por causa do valor que as telecomunicações agregam às suas vidas.
Se o acesso à internet fosse livre, as pessoas iriam encontrar uma maneira de obter equipamentos para usá-la.

Você tem um satélite em particular em mente?

Nossa organização, a ahumanright.org, por enquanto está pensando em reciclar um satélite já existente.
Em 2009, ficamos sabendo que a empresa TerreStar estava sendo retirada da bolsa de valores NASDAQ. Na época eles possuíam o maior satélite de comunicações já lançado.
Nós pensamos que seria uma oportunidade única, se eles declarassem falência, comprar o satélite deles.
Quando a empresa entrou com o pedido de concordata, em outubro do ano passado, lançamos a buythissatellite.org para viralizar a iniciativa.

Onde está o satélite agora? Ele não teria de ser movido?

O TerreStar-1 está atualmente na longitude da América do Norte. Se o comprarmos vamos levá-lo para [cobrir] um país que careça de acesso à internet e usá-lo para fornecer acesso lá.
Todo satélite tem propulsores que permitem que ele seja movido.

Quais são os principais desafios para a compra do satélite?

São financeiros.

A iniciativa "Compre este Satélite" tem uma meta de levantar US$ 150.000.
Isso não vai comprar o satélite, mas vai iniciar o processo. Os recursos serão utilizados para um estudo de viabilidade a ser entregue a investidores e para iniciar o processo legal de apresentar uma proposta para a compra do satélite.
Até agora, nós levantamos US$30.957, de 570 doadores. A resposta tem sido incrível. [Na última visita ao site o valor estava em $34.532,00, de 611 doadores.]

Por que você argumenta que o acesso à internet é um direito humano?

No momento, a internet é o principal meio de acesso à informação.
O Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos afirma que todos têm o direito de "ter opiniões sem interferência e de procurar, receber e difundir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras".
Todos nós conhecemos o ditado "Você pode dar um peixe a um homem ..." Se você der a alguém a internet, e ensiná-lo a usá-la, ele poderá aprender qualquer coisa que quiser.

O acesso à educação, à saúde e à água potável não é mais importante?

O acesso à internet, e às informações que ela detém, facilita a educação, a saúde e o acesso à água potável.
A tele-educação ajuda as crianças a aprender em zonas rurais, a telemedicina permite aos médicos tratarem os doentes de qualquer lugar do mundo, e projetos online como o charitywater.org ajudam as pessoas a obterem acesso à água potável.

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Apostilas do Curso de Linux Básico

Formação dos professores em Informatica Educativa

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